Terapia individual

“Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. 

A frase da música cantada por minha conterrânea Gal Costa diz muito. 

Nós, seres humanos, somos conectados pelos sentimentos. Porém, cada um possui suas próprias dores e pérolas. 

Para os atendimentos individuais, criei um espaço chamado Korihé, que em Patxôhã significa Cuidar. Este é também o nome de meu método de trabalho, que pode ser aplicado em meu espaço ou onde eu puder lhe encontrar. Cada início de atendimento personalizado segue basicamente quatro passos: 

  1. Observo a expressão corporal, a fala e a coerência com as atitudes; 
  2. Com o toque, verifico como o corpo da pessoa vai reagir e ‘retornar a informação’; 
  3. Com a escuta, interpreto e compreendo a história, de onde veio, a origem de seu nome, o que a pessoa faz no momento e para onde deseja ir; 
  4. Por fim, concluo quais cuidados são necessários com o corpo, a mente e o espírito.

Depoimentos

“Eu era uma menina jogada no mundo. Eu me drogava, bebia muito e ninguém gostava de mim. A terapia com o Ubiraci foi fundamental para eu melhorar e mudar de vida. A cada dia ele me dá força para seguir em frente. Aprendi com ele a me amar e a amar ao próximo”.
Tatiane da Silva Ferro, 32 anos

“Conheci o Ubiraci na escola. Eu estava em uma fase muito difícil, momento em que me automutilava, não conseguia colocar para fora o que eu estava sentindo. Ao assistir uma palestra dele parece que uma luz se acendeu. E quando nos aproximamos mais, pude aprender muito com ele. Aprendi que todo mundo tem problema e que eu precisava enfrentar os meus, aprendi a olhar mais para as outras pessoas, aprendi sobre empatia, a me colocar no lugar do outro. Ele foi, e ainda é, muito importante para essa nova menina em que me transformei”.
Geovana Gabriela Siqueira, 13 anos

“Tenho uma filha de 13 anos com quem eu não conseguia ter uma boa comunicação. Eu tinha meus bloqueios, passei uma vida toda sem nunca ouvir ‘eu te amo’ dos meus pais. Então, a gente vai reproduzindo uma criação e fazendo de conta que está tudo bem. Minha filha se isolava, não conversa conosco (eu, meu marido e minha outra filha que é mais velha) e ficava imersa apenas no celular. Quando ela se afastava, eu entendia que ela queria ficar sozinha. Até que um dia descobri que ela estava se cortando, se machucando. Resolvi fazer terapia familiar com o Ubiraci e, a partir daí, compreendi que minha filha precisava da minha atenção, da minha ajuda. Hoje, entendo que ela queria carinho e atenção. Agora, a gente sabe se amar e, tanto eu como minha filha, melhoramos nossa forma de agir com o atendimento do Ubiraci.”
Elisângela Bras das Neves, 42 anos

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